
Segui com esse pensamento,nada mais bobo e clichê do que ir pra Disney aos quinze.Até que minha irmã voltou de lá,Walt Disney World,e essa história de o mundo ser do mundo perdeu forças.Avaliei bem,mas,sabe como é,seria um outro mundo,o mundo de Disney.Tudo conspirava a favor desse mundo mágico: todos os meus amigos iriam,independência,já que não poderia ir a Europa só (decisão influenciada pelo filme Busca Implacável,que meus pais assistiram) e alguns dólares sobre meu total controle.É lá,sem dúvidas.
É claro que o verão em Orlando é horrível,40 graus todos os dias,mais precisamente,o dia inteiro sob sol escaldante.Tirar visto é uma coisa que realmente me envergonha,como brasileira.O Brasil gastou na Flórida,segundo o que me contaram no consulado americano em Brasília,nada menos que 500 milhões de dólares no ano passado,e ter que viajar até uma cidade com embaixada americana nem é um problema perto das enormes filas que se tem que enfrentar pra garantir sua entrevista.E a entrevista em si não teve perguntas ofensivas,mas saber que alguém saiu da sua cidade em direção Brasília pra tirar o tal visto e ter o visto negado,é muito,mas muito vergonhoso pra quem é brasileiro.
Mas o que importa mesmo é o mês de julho,que eu espero conhecer o tão sonhado (por mim) parque do Harry Potter,comprar lá feijõezinhos de todos os sabores e tudo relacionado ao livro.O Magic Kingdom,o parque Epicot,que reúne um pouco da cultura de alguns países como ITÁLIA,O Universal Studios,O Hollywood Studios,as lojas,Miami beach,os personagens,o castelo da cinderela,o Sea World,o Hard Rock,as montanhas-russas e tudo mais que faz parte desse maravilhoso mundo de Disney,que eu já amo.